domingo, maio 23, 2010

butterfly effect



Nos nossos dias mais normais, estamos a percorrer um caminho. Um caminho que vem a ser feito por nós desde o momento em que começamos a ser nós. Percorremos um caminho que nos leva do primeiro segundo de vida, ao último.
Durante esse percurso, encontra-mos vários obstáculos, várias saídas. Optamos por coisas que se calhar nunca pensamos optar. É o caminho da nossa vida, quem e como escolhemos ser.
Esse percurso tem altos e baixos, dependendo do caminho que escolhemos. Nós, fazemos a nossa vida e enfrenta-mo-la da maneira que "quisermos". O Destino não existe. O que nós chamamos de Destino, são as consequências das nossas melhores ou piores escolhas.
Todos nós alguma vez na vida, pensamos "Quem me dera não ter feito isto desta maneira"; "Quem me dera voltar atrás no tempo e mudar tudo"... Se há coisa que o ser humano não pode controlar, é o tempo. E esse tempo, é o maior obstáculo que encontramos durante o nosso caminho todo. É o único medo que temos. O pensar que "Amanhã tenho que fazer isto"; "Ontem não fiz aquilo"; "Não quero que isto acabe"; "Quem me dera avançar no tempo"; etc. O tempo é o que nos mantêm no presente. É o que nos faz optar.

"Nada é eterno."
"O que juraste ser para sempre, é agora passado."


O filme Butterfly Effect ensina-nos isso. Ensina-nos que nós pudemos fazer o nosso caminho, mas seja qual for, nunca mais poderemos voltar atrás. "Não há maneira de acertar tudo". Para uns ficarem, outros têm de ir.
Nós vivemos baseados nas nossas opções e são elas que nos vão carregar até morrermos.

Há que escolher bem o nosso caminho para que não nos lamentemos com "Se soubesse nunca o tinha feito"...

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